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Diretório de Advogados
Bacharel em Direito
Luiz Henrique Caldas
São Paulo (SP)
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Comentários
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Luiz Henrique Caldas
Comentário ·
há 10 anos
A polícia vandaliza o direito de protesto, diz juíza Kenarik Boujikian
Carla
·
há 10 anos
Argumento na mesma linha de quem diz que mulher não é estuprada quando está na cozinha, é justificar o crime culpando a vítima. Uma pena que juristas brasileiros incorram em desvios lógicos tão básicos.
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Luiz Henrique Caldas
Comentário ·
há 10 anos
Homem ou mulher: eis a questão
Eudes Quintino Sociedade de Advogados
·
há 10 anos
Acho de um autoritarismo medonho obrigar alguém a viver. Se a pessoa quer morrer, cabe ao direito garantir uma morte digna e segura, num hospital, e não atirá-la ao suicídio, sabe-se lá como.
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Luiz Henrique Caldas
Comentário ·
há 10 anos
A falta de noção sobre Economia nas normas brasileiras
David Ferreira Santana
·
há 10 anos
Liberalismo panfletário, irresponsável e moroso. Que saudade do tempo que vocês ficavam somente no Facebook, vomitando elegantemente suas leituras de Friedman, Mises e Hayek, agora vêm até aqui, sabe-se lá o motivo, inundar a rede com essas abobrinhas.
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Alan Lopes
Artigo ·
há 10 anos
Os 5 mitos da Justiça do Trabalho
A justiça do Trabalho vem sendo atacada por mitos, baseados em crenças ideológicas, sem qualquer vinculação rigorosa com fatos ou estudos empíricos. O primeiro mito é que a proteção do direito do...
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Luis Fernando Negri
Comentário ·
há 10 anos
Menor de 13 anos é condenado a prisão perpétua por agredir mulher até a morte
Rebeca Lima
·
há 10 anos
O critério biológico de completude de compreensão do caráter ilícito de uma conduta resta ultrapassado. A cada dia (provavelmente pelas tecnologias atuais de acesso à informação) as pessoas adquirem na tenra idade a compreensão necessária para saber o que lícito ou não.
Penso que o critério deveria ser verificado por perícia em cada caso, porque os nossos "amados" jovens se aproveitam desse benefício que a nossa lei lhes garante para matar, roubar etc.
Em teoria o critério preventivo (geral e especial) torna-se algo extremamente difícil de se ver na prática, em razão de muitos fatores, dentre eles a situação prisional do Brasil (como ressocializar alguém sem lhe dar a oportunidade de estudar, aprender algo, sem lhe proporcionar o mínimo de dignidade (evitando o superlotamento e contato com presos de maior periculosidade, p. ex.) e garantir que consigam (p. ex.: por meio de benefícios fiscais melhores aos empregadores) a oportunidade de emprego).
E é verdade, deve-se analisar o caso em sua globalidade, para saber se essa "pessoa" sabia do caráter ilícito de sua conduta (é muito provável que sabia, 99%), mas julgando pelos dados apresentados parece que a condenação não foi tão injusta (tirou uma vida por motivo fútil= perdeu sua vida meu irmão). Além de que a conduta deles foi totalmente desproporcional, imagine: 2 jovens (um de vinte e tantos e esse em comento, de 13) contra uma mulher de 47 anos, não precisava matá-la, matou porque é assassino.
Se é assassino não vou pegar o fetiche da ressocialização e depois de alguns meses soltá-lo nas ruas, sei que é uma visão ultrapassada, mas tem que pagar mesmo (e a privação da liberdade é uma forma estupenda de se fazer isso).
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John Doe
Comentário ·
há 10 anos
Isenção de IPTU a templos custa 22 creches por ano em São Paulo
Wagner Francesco ⚖
·
há 10 anos
Obras sociais são feitas pela pessoas, não pelas entidades.
As pessoas não são boas porque estão na igreja. Elas procuram a igreja porque são boas (e, infelizmente foram levadas a crer que lá todos serão também bons).
A ajuda humanitária, social, "promovida" pela igrejas é apenas mais um subterfúgio, um engodo, justamente para cobrir-se com manto de cordeiro (sendo um lobo perverso por baixo).
Não são as igrejas que fazem o trabalho comunitário. São as pessoas filiadas a elas.
As mesmas pessoas que pagam o dízimo. Pagam, trabalham de graça e quem leva o crédito é a entidade.
Essas mesmas pessoas estariam fazendo idêntico trabalho em qualquer outra instituição sem fundamento religioso (e sem trapaças).
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